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Arruda Woman

Nos primórdios dos blogs fiz um que se chamava - Mulher Arrudense. Decidi aproveitar essa ideia antiga e fazê-la renascer agora num formato mais actualizado. Arruda Woman é agora uma mulher diferente.

Nos primórdios dos blogs fiz um que se chamava - Mulher Arrudense. Decidi aproveitar essa ideia antiga e fazê-la renascer agora num formato mais actualizado. Arruda Woman é agora uma mulher diferente.

Arruda Woman

25
Ago20

Pilates para a vida

Cristina

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Olá,

um dos desafios que praticamos ao treinar Pilates é o controlo do corpo e a atenção plena sobre as partes que movimentamos e as que ficam imóveis. Para além de praticar a forma como respiramos para que se encontre em harmonia com o exercício que estamos a praticar. 

Muito em que pensar e coordenar para além do físico, mas sempre respeitando os nossos limites do momento, porque nem sempre estamos iguais, há dias que conseguimos ir mais longe e outros que o corpo pede calma, mas tentando sempre.

E todo este treino o que tem a ver com a vida do dia-a-dia? Tudo!

A nossa vida é composta por partes que formam um todo - tal como o nosso corpo, em traços gerais temos - a familia nuclear e alargada, amigos, trabalho, hobby e muito mais. E há momentos que é difícil não misturar tudo, ou seja, por exemplo se o trabalho não corre em pleno a família nuclear acaba por ser a mais afectada, ou se dedicamos mais tempo ao trabalho roubamos tempo a outras actividades. Sim, o trabalho é uma parte central e com peso até porque está associada a ... rendimento monetário, mas não deve ter exclusividade.

E se fosse possível controlar e isolar uma parte da nossa vida de forma a que as restantes partes não fossem afectadas nem minimamente beliscadas? Ou até ir mais longe e fortalecer os outros músculos das áreas da nossa vida para quando um deles está fragilizado os outros entrarem em acção ainda mais fortes para compensar essa fragilidade? 

Isto seria aplicar a filosofia Pilates no nosso dia, mesmo fragilizados encontramos formas para seguir em frente, em que uma parte não condiciona o todo.

Parece uma coordenação complexa, não é? Um enorme desafio ...

Assim é o Pilates quando começamos a treinar, parece complexo e por vezes monótono, mas vai tendo uma evolução e uma aprendizagem, vamos conseguindo controlar as nossas fragilidades para chegar mais longe e treinar umas partes, isolando outras. 

Um exercício bom para o nosso dia, se no trabalho não está a correr tão bem, isolamos e controlamos esta parte para que as restantes não fiquem afectadas, nomeadamente a família ou os amigos. De todo não é tarefa simples mas com treino e força de vontade é possível conseguir ter sucesso.

O Pilates foi criado para que o próprio Pilates e pessoas com debilidades conseguissem treinar as várias partes do corpo e serem mais fortes que as suas próprias debilidades. 

Conseguimos ser mais fortes que nós próprios?

Bjs

 

 

 

12
Ago20

Fui correr com a Célia Henriques

Believe you can and you are halfway there!

Cristina

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Olá,

gosto muito de praticar desporto, mas há uma modalidade por ser muito apreciada e consensual, que não consigo compreender como nunca me conquistou.

De quando em vez, volto a tentar para averiguar se o meu sentimento em relação à corrida se altera.

No sábado passado fiz uma nova tentativa, mas desta vez acompanhada por uma pessoa realmente apaixonada pela modalidade, de seu nome Célia Henriques.

Por certo, se visitam o blog com alguma regularidade já conhecem a Célia, se não conhecem podem sempre ler o Desafio Arruda Woman de 28/04/2020.

Realmente, desta vez, foi uma experiência diferente das anteriores, como em tudo na vida a companhia faz toda a diferença o que mais uma vez se revelou uma verdade inequívoca.

Comentei com duas pessoas que ia correr com ela e as respostas foram - Uííí a Célia corre muito.

Pensamento imediato - estou tramada!

A minha resposta - pois, ela sabe que eu não corro nada.

Ainda assim, estava um pouco receosa mas lá fui cheia de vontade.

Começámos no chafariz de Arruda e não nos afastámos muito do centro de Arruda para o caso de eu não aguentar, porque tal como no ditado do mar - "Há mar e mar, há ir e voltar!", o mesmo se passa com a corrida.

A Célia começou por me colocar à vontade ao mesmo tempo que me dava algumas indicações, tais como:

- fazer alongamentos ao começar

- seria eu a marcar o ritmo

- em alturas de calor ter cuidado com a desidratação, mas não beber muita água

- controlar a respiração, mas não há regras, cada um tem que encontrar a sua

- se necessário abrandar sem nunca parar totalmente

- alongamentos ao terminar

O inicio é sempre um pouco complicado, porque fico demasiado ofegante e isso deixa-me um pouco irritada e com vontade de parar. É nesta fase que é importante não desistir e tentar resistir.

Para mim é fundamental, mas difícil, conseguir não pensar que estou a correr, de forma a libertar a mente e mecanizar a corrida. Algo a trabalhar.

Desta vez consegui, pelo menos, passar a fase inicial e estabilizar a respiração ao ponto de falar e correr ao mesmo tempo, para mim um grande feito. 

O meu ponto fraco e que me deixa com medo? Os joelhos, esses malvados. Que já no passado me deixaram ficar mal e que desta vez também me tramaram, são uns ingratos.

Morais desta minha história:

- os professores e a companhia podem transformar uma experiência

- tentar sem desistir pode ser a fórmula para o sucesso

- encontrar prazer nos desafios é crucial

- respeitar o físico e os nossos limites é importante mas não devem ser uma desculpa para tentar ir mais além

Para terminar, quero deixar uma palavra de agradecimento à Célia pela paciência que teve para me acompanhar. E à Susana Carvalho que se não fossem as suas aulas diabólicas (no bom sentido), eu teria mais dificuldade em aguentar esta corrida (sem desmérito para os restantes professores do Fitness Factory AV que são todos excelentes).

De vez em quando, a vida coloca-nos pessoas no nosso caminho que dá vontade de conhecer um pouco melhor, se estivermos atentos. Posso estar errada, porque certezas não existem, mas estas duas senhoras parecem-me ser uns desses exemplares ...

Bjs

 

05
Ago20

Desafio Arruda Woman - Maria Augusta Carvalho ... E depois?

Cristina

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Olá,

... e depois de terminar a vida profissional, há algo mais que se possa fazer?

Foi isso e mais alguns detalhes que fui tentar descobrir ao conversar com a Maria Augusta Carvalho que alguns de vocês devem conhecer da creche de Arruda dos Vinhos, porque a frequentaram e se calhar os vossos filhos também.

O tempo passa, mas para cada etapa da vida há uma forma de a vivermos, basta fazermos a nossa escolha.

Como costumo dizer até morrer há tempo para fazer e aprender, basta querer.  

Então vamos lá descobrir o que nos comentou sobre a sua vida:

AW- Quantos anos trabalhou na creche de Arruda? E há quantos anos está reformada?

MA- Na creche da Santa Casa da Misericórdia de Arruda dos Vinhos trabalhei 41 anos e já estou reformada há cerca de 2 anos, posso-vos dizer que passei lá uns bons anos da minha vida. Fui para lá com 25 anos, pode-se dizer que era quase uma menina.

 

AW- Como era trabalhar e ter de cuidar de 2 crianças ao mesmo tempo, quando já passava tanto tempo com crianças?

MA- Não foi fácil pois quando lá comecei tinha os meus dois filhos ainda muito pequeninos mas tudo se faz, com uns dias mais cansada, outros menos e sempre com muito pouca ajuda familiar, mas como sempre fui muito calma tudo se passou. Só tinha um grave problema, os meus filhos eram muito ciumentos com os outros meninos e achavam que eu gostava mais dos outros que deles.

 

AW- Do que tem mais saudades no seu trabalho? 

MA- Sim, como costumo dizer sempre gostei muito do que fazia, sinto saudades de estar com as crianças de lhes contar uma história, de cantar umas canções, etc, enfim todas essas actividades eram para mim importantes e podem ter a certeza que recordo com muita saudade.

 

AW- Pensa que hoje é mais fácil, difícil ou igual trabalhar com crianças e jovens? Qual era para si a maior dificuldade? Tinha truques? 

MA- Hoje penso que é um pouco mais difícil trabalhar com crianças, elas têm muito mais vivacidade, não se arranja assim truques com facilidade é preciso termos muita paciência para os levar onde queremos.

 

AW- Como fazia para saber o nome de tantas crianças, ainda se lembra de muitos?

MA- Nunca tive dificuldade em decorar o nome deles e ainda me lembro de muitos, muitos mesmo, posso-vos dizer que ainda tive meninos nestes últimos anos que os paizinhos já tinham passado também pelo meu colo.

 

AW- Como foi a adaptação à vida de reformada?

MA- A adaptação  à vida de reformada não foi fácil por isso arranjei um hobby para me ir entretendo o qual vou partilhando no Facebook (...e depois?)

 

AW- O que tem feito para viver melhor este tempo de reformada?

MA- Gosto de ir logo pela manhã tomar um cafezinho para começar o dia e depois vou fazendo mais qualquer coisa que me dá prazer, fico muito feliz quando os netos me fazem uma visita o que nos tempos de quarentena não foi muito frequente.

AW- O que pensa acerca do momento de crise que estamos a viver? O que tem feito para encarar da melhor forma a situação?

MA- Penso que estamos a viver tempos muito difíceis, poucos da minha idade ou até mais velhos se lembram de uma epidemia ou pandemia desta natureza, penso que temos que viver com muita precaução.

 

AW- O que mais gosta de viver em Arruda? Qual o sitio de Arruda que mais gosta?

MA- Gosto muito de Arruda, de cá viver! É uma terra pacata e acolhedora, pois cá nasci, cresci, casei, tive os meus filhos e cá vivo neste que eu chamo o cantinho da paz. O sitio que mais gosto é sem dúvida ir dar um passeio à Senhora do Monte.     

                                                                                                                                    

AW- A frase da sua vida é? 

MA - A frase que mais digo é - Oh Meu Deus ajudai todos!

 

Há pessoas que nem sempre têm consciência das suas reais capacidades, porque em certa altura não era habitual evoluir nos estudos, mas que ainda assim vão usando as suas aprendizagens e habilidades da melhor forma. Basta verificar a quantidade de pessoas com mais idade que aderiu às novas tecnologias e se mantém activa, a isso chama-se viver de acordo com o seu tempo, afinal enquanto estamos vivos o tempo actual é sempre o nosso tempo.

Se gostarem de algum artigo ou tiverem alguma ideia podem deixar uma mensagem na página do facebok:

https://www.facebook.com/E-depois-1803254913069085

Bjs

 

 

 

 

04
Ago20

Pneus ... a continuação

Cristina

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Olá,

ia a caminho de Torres no fim de semana e à entrada do Sobral vi um letreiro Euromaster (grupo da oficina que frequentava antes), pensei que tinha que investigar. Descobri que são o Sobralpneus que a leitora Sofia Santos recomendou.

Telefonei:

- Olá, verificam a pressão dos pneus?

- Sim, mas pode fazer em qualquer estação de serviço 

- Eu sei, mas como não percebo nada prefiro ir aí a fazer porcaria

- Realmente é melhor

(Que sorte concordou comigo)

Lá fui ...

Senhor - Sabe onde está a indicação da pressão dos pneus?

Eu - pois não sei, talvez no livro ... 

Senhor - Sabe que a Fiat nestas coisas ...

(Ter um Fiat é ter que estar sempre a ouvir certos comentários de certeza que conhecem o significado de FIAT - Fix it again Tony - enfim ...)

O Senhor descobriu a pressão correcta no livro (os livros são quase sempre uma boa solução).

E é verdade que os pneus precisavam de ar, marido tinha razão, dá sempre jeito ter alguém que nos olha para os pneus (os do carro, não da barriga).

Mais um caso solucionado, venha o próximo.

Bjs

 

 

 

 

 

 

 

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